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Agronegócio ganha força com tecnologia da informação

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Foto(Divulgação)
Enquanto alguns segmentos sofrem com a crise econômica e política do país, o agronegócio ganha destaque. De acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor ficou com 23% da fatia no Produto Interno Bruto (PIB) nacional (em 2014, este número foi de 21,4%). Por isso, o momento é propício para se investir na busca por resultados ainda melhores.
 
 “Se até ontem abrir espaço para automações e maquinários de ponta era suficiente para se diferenciar da concorrência (ou driblar as intempéries do setor), hoje, o cenário passa por uma nova transição com a presença da Tecnologia da Informação no segmento do agronegócio”, afirma o diretor da Unidade de Agronegócio da Mega Sistemas Corporativos, Gustavo Almeida.
 
Segundo o executivo, as soluções inteligentes têm ajudado agricultores a aumentar a produtividade e a rentabilidade no campo, como, por exemplo, as ferramentas de gestão empresarial para os setores de Pecuária, Grãos, Fruticultura, Reflorestamento e Sucroalcooleiro. “Ao adotar um bom ERP (sistema de gestão empresarial, na sigla em inglês), o responsável pelo negócio poderá expandir a eficácia e a melhoria dos processos, garantir a assertividade no controle da produção e mais agilidade na sua comercialização, com a obtenção total dos custos por fases”, explica o executivo.
 
Além das boas condições naturais, uma colheita farta também depende das decisões tomadas em prol do preparo da terra, compra das sementes, utilização de máquinas e mão-de-obra ou o plantio na época certa. E, para atender as necessidades de controles operacionais em todas as atividades agrícolas rentáveis, a Mega criou o Mega Agronegócio. “O nosso ERP age de forma integrada. Ele otimiza recursos, afere os custos por fazenda, lote (talhão, gleba), atividade, cultura, permitindo, inclusive, o rateio de despesas por centro de custos.
 
Abaixo, Gustavo Almeida listou os principais benefícios do ERP. Confira:
-Mais qualidade e controle nos processos agrícolas, por meio de documentação, formalização e controle na qualidade dos serviços;
 
-Padronização dos indicadores de desempenho da empresa por fazenda, talhão, processo ou serviço;
 
-Análise e gestão das atividades rurais voltadas à redução dos custos, possibilitando a previsibilidade por meio de análises históricas;
 
-Planejamento e acompanhamento dos custos gerenciais agrícolas e da produção, por meio de apuração por centro de custo contábil;
 
-Redução dos custos com materiais aplicados na produção e redução perdas/desperdício através do planejamento e aplicação de técnicas agrícolas;
 
-Redução perdas na indústria (packing house) pelo processo total de controle de produção e embalagem;
 
-Agilidade na tomada de decisão por utilização de uma ferramenta única com tecnologia aplicada no processo, tais como mobilidade, integrações com ferramentas de gestão de indicadores e mobilidade.
 
“A automatização de todos os processos é um caminho para que o agronegócio continue crescendo no Brasil. Diante de tudo o que temos vivenciado nos últimos anos, também vale ressaltar a importância de intensificar a produção nacional de forma sustentável, que, por sua vez, poderá ser alcançada ao associar a elevação da renda do produtor rural ao que chamamos de inclusão produtiva. E isto será possível com o direcionamento dos investimentos ao uso assertivo da tecnologia”, conclui Almeida.


Fonte: Dezoito Comunicação

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