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Ferrovia é o principal modal de exportação de grãos do Mato Grosso

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Foto: Divulgação
Nos seis primeiros meses de 2018, o Mato Grosso produziu quase 12 milhões de toneladas de grãos para exportação de acordo com a SECEX (Secretaria do Comércio Exterior). Deste total, cerca de 9,4 milhões foram escoadas pela Rumo, valor que corresponde a 80% do market share do Estado com destino ao porto.
 
Para atender a crescente demanda da região, a Companhia investiu cerca de R$ 170 milhões em Rondonópolis, principal terminal ferroviário do Estado. O espaço foi modernizado com 11 moegas ,que possibilitam descarregar 70 caminhões por hora.  O local conta com um armazém com capacidade estática de 45 mil toneladas e 2 linhas ferroviárias com 5 tulhas, permitindo carregar 32 vagões por hora.
 
“O município possui uma localização estratégica para o escoamento da produção agrícola do país. Temos uma estrutura eficiente e planejada para atender os produtores do Centro-Oeste, somente no primeiro semestre foram expedidas 6,3 milhões de toneladas no terminal”, afirma Fabricio Degani, diretor de operações da Companhia.
 
Combustíveis
Além dos grãos, o terminal também se destaca pelo transporte de combustíveis na região. Atualmente, a operação representa 44% do volume total de combustíveis derivados movimentados no Mato Grosso.
 
“Com a operação temos uma redução de aproximadamente 4 mil viagens de caminhões bitrens nas rodovias. É uma alternativa logística que contribui diretamente na redução de poluentes, congestionamentos e acidentes nas estradas”, destaca Degani.
 
Fertilizantes
Recentemente a empresa também iniciou o Projeto Fertilizantes dentro do complexo do terminal. Trens que antes voltavam vazios dos portos, agora retornam carregados de insumos. O local passou a ter um suporte com duas linhas de entrada ferroviária que descarregam até oito vagões ao mesmo tempo, e duas correias transportadoras de 1.200 toneladas/hora cada, tornando-se uma referência na estrutura produtiva para o mercado de fertilizantes. O projeto possui capacidade de descarga de 7,5 milhões de toneladas por ano e recebeu aporte financeiro de R$ 200 milhões em parceria com a JM-Link.


Fonte: Loures Consultoria

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