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Com aprovação da Anvisa, chega ao Brasil barreira de proteção para superfícies contra insetos

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Foto: Internet
Chega ao Brasil uma tecnologia patenteada, que se aplica no formato de tinta, em paredes e tetos interiores, com objetivo de eliminar insetos vetores de doenças - Dengue, Chikungunya e a Zika. A única aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e por órgãos de vigilância da Comunidade Europeia, a Artilin 3A MATE elimina moscas, aranhas, mosquitos, ácaros e baratas. O produto também apresenta ação antiácaro e antimofo.
 
A tecnologia do produto é única: tem como princípio ativo um inseticida, inerte e estável, que se concentra na superfície da tinta. Os microcristais do inseticida são liberados paulatinamente quando tocados pelos insetos e percorrem suas patas, até degenerar seu sistema nervoso, provocando a morte. A solução age por contato e não há liberação dos agentes inseticidas para o ar.
 
Dessa forma, a Artilin 3A MATE pode ser usada no âmbito residencial (quartos, salas, áreas comuns em condomínios, entre outros ambientes), sendo indicada para aplicação mesmo em locais onde haja pessoas com alergias, asma e outras doenças respiratórias, por exemplo, já que não é volátil, sendo um produto autorizado pela Direção Geral de Saúde em Portugal e recomendada pela APA (Associação Portuguesa de Asmáticos). Outra aplicação possível para o produto é no agronegócio, em locais onde haja criação (gado, cavalos, por exemplo) e seja necessário evitar a presença de insetos.
 
A solução, que apresenta efetividade garantida de dois anos em cada aplicação, conta com os protocolos-padrão de segurança internacional e só é comercializada para empresas especializadas e credenciadas pela importadora Brasil Global. Detentora dos direitos exclusivos de distribuição para o Brasil e países da América do Sul, a empresa busca oferecer tecnologias inovadoras e que possam causar impacto significativo na qualidade de vida da população sempre respeitando o meio ambiente. “Os protocolos de segurança garantem que não haja contaminação do solo, de animais e das águas, por exemplo, além de que todo o material utilizado na pintura seja descartado conforme as normas ambientais de tratamento de resíduos vigentes no país”, afirma Marcelo Brisolla, diretor da Brasil Global.
 
No processo regulatório, testes-pilotos, ações de pré-marketing e no processo de entrada do produto no País, a Brasil Global já investiu cerca de R$ 10 milhões. O executivo explica que uma das formas de atuação da Brasil Global no mercado será por meio do cadastramento de pequenas empresas, que queiram levar o produto à sua região. “Dessa forma, além e garantirmos a adequação no uso do produto, estaremos promovendo oportunidades para quem busca empreender nesse segmento”, explica Brisolla.
 
Presente no mercado europeu há 10 anos, o produto foi desenvolvido pelo fabricante francês de tintas funcionais, Artilin, em conjunto com a Bayer, fornecedora da matéria prima.
 
O Brasil gasta mais com o tratamento do que com a prevenção - Com a proximidade do período de chuvas e de calor no Hemisfério Sul – a combinação perfeita para a reprodução de mosquitos proliferadores de doenças – a preocupação dos agentes de saúde se intensifica. Nos últimos anos, o país se deparou com epidemias de Dengue, Febre Chikungunya e Zika, doenças que podem causar sequelas graves e irreversíveis como artrite crônica, meningite, paralisia total e, durante a gestação, ainda pode causar microcefalia.
 
Em 2016, o Ministério da Saúde registrou 1.483.623 casos prováveis de dengue no país e, em 2017 (até setembro), foram registrados 219.040. No ano passado, foram registrados 277.882 casos prováveis de febre de chikungunya e até setembro de 2017 foram registrados 171.930. Ainda em 2016, foram 216.207 casos prováveis registrados de febre pelo vírus Zika no Brasil e, este ano (até setembro), foram registrados 15.586.
 
Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que, a cada R$1 investido em prevenção, R$4 são economizados na saúde. E esses dados são ainda mais graves quando há casos de medidas de contenção de epidemias, como tem acontecido no país. Somente em 2015, quando houve um pico de proliferação da Dengue no Brasil, foram desembolsados mais de R$ 800 milhões com tratamentos ambulatoriais e internações na rede pública.
 
Diante desse cenário, é importante que o país, seja nas iniciativas públicas ou privadas, invista na prevenção desse tipo de doença, com medidas informativas, educativas e, também, com ações de longo prazo. “E nisso, podemos dar a nossa contribuição, a partir de um produto seguro, que atua dentro dos padrões de responsabilidade socioambiental e que tem total condição para atuar em prol da saúde dos brasileiros”, completa o executivo.
 


Fonte: M.Free Comunicação

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