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Agrobanco conclui expansão e projeta atingir 1,5 milhão de sacas

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Foto: Internet
Especializado na armazenagem de grãos para atender à produção agrícola do Sul de Minas Gerais, o Agrobanco concluiu sua primeira expansão: a compra de uma nova unidade, localizada a apenas oito quilômetros de sua sede, em Três Corações. O negócio possibilita a ampliação da capacidade total de estocagem de 455 mil sacas de milho, soja e trigo por safra para 540 mil. Assim, com mais espaço e sinergia entre as duas unidades, a projeção é de um acréscimo de 50% no volume de cereais recebidos, o que significa atingir 1,5 milhão de sacas neste ano, um recorde para a empresa.
 
Antes da aquisição, a corporação – fundada, há 11 anos, por Ronaldo Iabrudi, co-vice-presidente do Conselho de Administração do GPA, e seu irmão Ricardo Iabrudi – contava com uma área de 11 mil metros quadrados, onde está uma estrutura de seis silos: quatro com capacidade para 110 mil sacas cada, e outros que armazenam 12 mil e 5 mil, respectivamente. A nova unidade, que tem o dobro do tamanho da primeira, agrega mais um silo para 80 mil sacas e um silo pulmão (tipo aerado que conserva os grãos enquanto aguardam a secagem) capaz de estocar 10 mil sacas.
 
De acordo com o gerente de gestão do Agrobanco, Fábio Kinsch, o investimento, além de ampliar o espaço físico, possibilita um importante ganho operacional. “Nossa estrutura agora tem uma grande flexibilidade, com três linhas de descarga. Ampliamos nossa agilidade, em função da sinergia entre as duas unidades, e a comodidade para o cliente”, explica. Kinsch é filho de Ronaldo Iabrudi e, atualmente, está no comando do Agrobanco, ao lado do primo Pedro Augusto Iabrudi – no cargo de gerente comercial – e da tia Maritza Iabrudi.
 
Ele ressalta que a estrutura inicial da empresa foi suficiente para atender à demanda da produção de cereais do Sul de Minas até o ano de 2012. Com a expansão da safra, a empresa sentiu necessidade de se alinhar ao mercado que crescia e exigia ainda mais excelência. A partir daquele ano, novos processos foram necessários para assegurar a mesma qualidade, segurança e agilidade aos clientes.
Foi implantado um segundo secador para acelerar o recebimento de soja e milho, e agregado um novo negócio ao portfólio: a revenda de insumos agrícolas, com o intuito de oferecer sementes e matérias-primas para os produtores rurais. Em 2017, o Agrobanco investiu em um galpão para abrigar as futuras instalações de um novo negócio do grupo, focado na nutrição animal, com processamento para produção de fubá e milho ensacado.
 
Planejamento estratégico
Pedro Iabrudi acrescenta que a expansão realizada agora estava sendo planejada há algum tempo, pois já havia falta de espaço na sede. “A empresa vem crescendo bastante desde sua criação, acompanhando o incremento da produção da região. No passado, o Sul de Minas tinha foco apenas no café e no leite, mas, nos últimos anos, isso tem se transformado rapidamente, com os grãos ganhando cada vez mais espaço. Além disso, a produtividade dessas lavouras está maior em função do aumento da profissionalização”, destaca.
 
A aquisição da nova unidade, segundo ele, também levou isso em conta, uma vez que há um bom espaço físico para outra ampliação, quando necessária. “Nosso planejamento estratégico é revisado anualmente. Avaliamos possibilidades de novos negócios e investimentos importantes para atingir o desempenho desejado. Buscamos sempre um crescimento consistente e constante”, afirma.
 
Nova solução tecnológica
A busca pela inovação nos processos e por soluções tecnológicas para o produtor são outros aspectos fundamentais para o desenvolvimento do Agrobanco. A última novidade, conforme Kinsch, é a implementação do Climate Fieldview, da Monsanto. A ferramenta, em resumo, integra a área de plantio a uma plataforma digital, permitindo um melhor monitoramento dos grãos e a tomada de melhores decisões durante a condução da lavoura. Os testes foram realizados, na empresa, no ano passado, e agora está sendo feita a implantação.
 
Por isso, Kinsch passou nove dias, no final de agosto e início de setembro, na sede mundial da Fieldview, no Vale do Silício (EUA), para reunir mais conhecimentos sobre a tecnologia. “Ela é nova no Brasil, mas funciona há mais de cinco anos nos Estados Unidos. Queremos entender exatamente como o produtor americano está trabalhando com a ferramenta para oferecer uma solução mais completa no Brasil, ou seja, aplicar isso da melhor forma aqui, a partir da experiência dos americanos”, esclarece Kinsch.
 
Ao longo de seus 11 anos, o Agrobanco também investiu em outras tecnologias, como equipamentos de falling number (número de queda), aparelho que mede a qualidade do trigo. Também aderiu ao Programa Participante de Recebimento de Soja Intacta (cadastramento necessário para realizar testes de identificação da soja com tecnologia Monsanto), entre outras ações.
 


Fonte: Link Comunicação Empresarial

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